terça-feira, 10 de novembro de 2009

Chuvisco não é chuva de molhar ninguém

Que sertão em mim...
Há dias percorro o caminho das coisas incríveis, camufladas de confusão;
Há dias tento desafogar o meu pulsar daqueles lençóis;
Há dias não cai sobre minha cabeça uma gota d'água para aguar as idéias;
Há dias não escrevo versos nem às flores; meu vaso precisa ser regado.

Neste mundo de sertão, apenas pingos vagabundos de um chuvisco que não molha ninguém.

3 comentários:

silas disse...

Quando vejo minhas "ideias-chuviscos" eu penso o mesmo. Até estou de férias... Huh.

Que o brilho retorne (!)

Rita Apoena disse...

bah, pessoas! quanto talento reunido!

Solin disse...

Rita!
q prazer te ter aqui :)