...é quando meus sentidos se amplificam, quando cada detalhe fica plausível de estudo e analise que eu vejo o quão sincero é meu sentimento por você, não que eu venha mentindo nos outros tempos, mas é que esse "remédio" que você me apresentou consegue mesmo potencializar as coisas, do sabor da comida ao sentimento mais íntimo...
...você pode não ser sempre tão expansivo e afável como eu tanto já quis que fosse, mas de fato, acho que é esse traço meio seco, e as vezes aéreo que me deixa mais curiosa e inclinada para estar junto a você.
Se eu pudesse apagava tudo que não te agrada em mim, esquecia o passado, deixava tudo em folhas novas e limpas... Mas ainda não consegui te fazer crer que de fato isso não tem importância pra mim, e que, o antes não me faz diferença, já que o que eu quero viver, o que eu quero sentir, é o agora, é o "pra sempre"...
domingo, 22 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Brilho de lua no sol
Somos um pedacinho daquele amigo
Daquele livro antigo
Daquele poema
Daquela canção, daquele plural
Somos um pedacinho daquele amigo antigo
Daquele poema maciço
Daquele calção rasgado
Daquela singularidade tão diversa/parque de diversão
Somos um taco
Do aço inquebrável
Do sonho palpável
Do sonho sonhado.
"todo ser humano
pode ser um anjo"
~ por Magali & Solin

imagem: Nonnetta
Daquele livro antigo
Daquele poema
Daquela canção, daquele plural
Somos um pedacinho daquele amigo antigo
Daquele poema maciço
Daquele calção rasgado
Daquela singularidade tão diversa/parque de diversão
Somos um taco
Do aço inquebrável
Do sonho palpável
Do sonho sonhado.
"todo ser humano
pode ser um anjo"
~ por Magali & Solin

imagem: Nonnetta
por:
solin
domingo, 15 de novembro de 2009
Desculpas =/
Acho que foi uma pequena pausa, ou paralisação no meu setor de criatividade... os funcionários resolveram deixar os papéis e as canetas na mesa, não se importam se isso tudo vai se acumular... Ficaram apenas fartos de ter que exteriorizar tudo, de ter que sempre produzir, e produzir, e produzir encima de assuntos mascados e remascados... E encima da alegria nada conseguem tirar, não por não ser plena ou indigna de produções, mas, por ser tão sincera ter a necessidade clara de apenas ser vivida... Se não venho produzindo, não culpem meus funcionários do setor sentimental, eles nada podem fazer se quando me estampo um sorriso na cara resolvo deixar de colocar a lágrima no papel, mesmo que ainda exista, por motivos menores e diversos...
Me perdoem as faltas.
Me perdoem as faltas.
por:
raíssa camin
sábado, 14 de novembro de 2009
na fonte da quermesse
eu fiz um pedido:
faz um cafiné em mim
deixa eu ser teu xodó
me dá um pedacinho
do teu colo
meu coração quer ser teu
dengo
fica aqui no meu cangote
e me faz arrupiar
da nuca
aos pés
agora
eu fiz um pedido:
faz um cafiné em mim
deixa eu ser teu xodó
me dá um pedacinho
do teu colo
meu coração quer ser teu
dengo
fica aqui no meu cangote
e me faz arrupiar
da nuca
aos pés
agora
por:
vivi trola
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
i-movel

Metade de mim é Lili, a outra eu já li.
Metade de mim está fora de si
A outra, no espelho, às vezes ri.
Metade de mim está excitada e
Vive complicada
A outra é fria e parece uma santinha
Metade de mim é sacerdotisa
A outra nem na igreja pisa
Metade de mim está viva
A outra, esta parte retira.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Chuvisco não é chuva de molhar ninguém
Que sertão em mim...
Há dias percorro o caminho das coisas incríveis, camufladas de confusão;
Há dias tento desafogar o meu pulsar daqueles lençóis;
Há dias não cai sobre minha cabeça uma gota d'água para aguar as idéias;
Há dias não escrevo versos nem às flores; meu vaso precisa ser regado.
Neste mundo de sertão, apenas pingos vagabundos de um chuvisco que não molha ninguém.
Há dias percorro o caminho das coisas incríveis, camufladas de confusão;
Há dias tento desafogar o meu pulsar daqueles lençóis;
Há dias não cai sobre minha cabeça uma gota d'água para aguar as idéias;
Há dias não escrevo versos nem às flores; meu vaso precisa ser regado.
Neste mundo de sertão, apenas pingos vagabundos de um chuvisco que não molha ninguém.
por:
solin
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